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VACINAS COVID-19 - INFORME-SE

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PROTEJA-SE DO COVID-19

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ZUNKINHA (Kátia Pastre)

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  ZUNKINHA  (Kátia Pastre)           A sexta é treze, o gato é preto, um clichê...           Você acorda, vê aquele dia de sol indeciso, vai trabalhar arrastando os pés, começa o trabalho com o peso do mundo na lombar, e não há café levanta defunto que dê partida no seu motor de arranque cerebral. O piloto é tão automático, que você só percebe que sextou pelos sininhos do Whatsapp , trazendo uma enxurrada de memes de gato preto, sextou treze! Um gato leva a outros gatos, trocadilho que serve para bichos, e também para mulheres que estão na pista(ah!). Se você já teve gato, sabe que é bicho independente, cheio de opinião e vontade própria. Até os mais vira-latas são de uma elegância digna de passarela. O pelo brilhoso, toque macio de seda nos seus dedos, você nem se dá conta de que são limpos à custa de lixa embebida em saliva (argh!). O gato recebe seu carinho SE ELE QUISER, e voc...

PEQUENOS CISNES (Kátia Pastre)

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  PEQUENOS CISNES (Kátia Pastre)             Somos quatro no fundo do palco. Sou a segunda, abro meus braços e seguro firme nas mãos de minhas colegas, braços entrelaçados. Todas olhamos para a mesma diagonal. Se uma errar, tudo fica errado. Não posso errar.             Palco, luz. Plateia, escuridão. Perna, sapatilha, cetim, brilho, ponta do pé no chão. Pé, cetim, brilho, breu, apoio e posição. Branco, rostos, roupas e plumas. Cabelo, coque, laquê e plumas. Preto, olhos. Músculos. Barriga. Pulmão. Coração. Silêncio. Maestro, orquestra e partitura. Música.             O que parece impossível é bonito e o pé contrário toca delicado o chão. Alterno os pés, curvados em pontas rijas, joelhos dobrando e esticando na música, sincronia perfeita. Dezesseis pares se alternado. Se uma tropeçar, todas ficam trôpegas. Não pos...

Paisagem - Kátia Pastre - anterior a 2008

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Hoje troquei meu tema de fundo. Gosto dessa paisagem que fiz em aquarela e papel Canson.  

FÉRIAS DE VERÃO

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  FÉRIAS DE VERÃO (Kátia Pastre)             Manhã caótica, caminho longo, as crianças querendo correr perto da rua, equilibro cadeira, guarda sol e me agarro às mãozinhas. Na garagem, que já não é mais, a senhorinha é amparada no seu passo curto de pernas palito, até ser colocada na cadeira, os olhos estáticos na rua. Um lar de velhinhos sem placa.             No retorno, os pequenos padecem de cansaço e fome. Sol escalda cimento, que devolve tudo com força. Escuto o mantra areia, calor, sede e colo, mas me livrei da correria. Cabelinho branco, ela está sentada sozinha, olhos na rua sem nada ver. A telha de cimento faz sombra, mas sinto o bafo de estufa. A pele enrugada, a boca entreaberta, a cabeça meio trêmula, a cadeira na mesma posição, os pés na mesma posição, a coluna um pouco arqueada. Será almoço da cuidadora?         ...